domingo, 28 de novembro de 2010

Apenas uma questão de opinião.

Sabe, eu e um amigo estivemos pensando e chegamos há uma conclusão meio conflituosa : não existe amor. Bem, não desista de ler esse texto agora, caso isso tenha te ofendido e quase destruído vários de seus sonhos. Não existe amor, não existe ódio, ou amizade, ou qualquer tipo de sentimento. São sentimentos, não são coisas exatas, que se possa explicar, ou expressar, ou talvez dar nome. O amor, o ódio, a alegria, a felicidade, e todos os outros sentimentos que nós comumente nos vemos sujeitos à eles, não são na minha opinião, o que realmente são. Eu sei é meio complicado, mas tente entender. O amor, não há o amor. Você não sabe quando está “amando”, ou algo parecido. Não existe uma fórmula ou sintomas exatos que definam : Ah, agora você está amando. Ou no mínimo que diga: ahh, o amor é “assim, assim, cozido e assado”, não há isso. Todos esses nomes que damos aos sentimentos, só os tornam menos sentidos, os tornam razões, e lhes fazem deixar de serem sentimentos para serem algo racional e dedutível. Você sente coisas que não são simplesmente explicáveis em meia dúzia de palavras, - ou na maioria das vezes em três, - .Os sentimentos estão além de qualquer compreensão humana possível, simplesmente estão em nós, surgindo e desaparecendo em nós constantemente, fazendo-nos cada vez mais vivos, trazendo à tona sensações boas e ruins. Sentimentos são inexplicáveis e por cada pessoa você sente um indescritível e com uma intensidade diferente, então não se pode dominar isso. Sentimentos são sentimentos isolados, não existe um grupo chamado “amor” ou outro “amizade. São sentimentos, há procura apenas de alguém que os sintam e consiga transmití-los, eles não precisam ser explicados. Atitudes, atitudes são a melhor forma de explicá-los e mostrar a intensidade de cada um. Mas, o ser humano sempre com a necessidade de explicar tudo ao redor, resolveu fazer de tudo isso, coisas dedutíveis e com nomes específicos; resolveu classifíca-los da mesma forma em que se classifica espécies de animais. Pense um pouco, e escolha se você quer continuar delimitando tudo o que você sente em palavras específicas e previsíveis, e pense realmente se assim os seus sentimentos continuam sentimentos.          
Não se esqueça : isso é apenas uma opinião, a minha opinião. Ou talvez a nossa agora.
Vinícius Bezerra e Natália Barbosa.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Do viver ao morrer, o que irá acontecer ?

Talvez nossa vida seja regida por um destino, ou simplesmente nossas escolhas a determinam. Mas, mesmo que seja impossível ter o pleno controle sobre ela, ou sobre o que sentimos, tenho certeza que podemos sim escolher. Não escolher o que vai acontecer, mas como vai acontecer.E existe uma diferença enorme entre as duas formas. Provavelmente eu não poderei escolher onde irei estar depois de amanhã, mas posso escolher como estarei diante da situação. Como enfrentarei isto ou aquilo, qual será a lição que irei tirar do acontecimento, isso sim está ao meu alcance. Posso não ser a melhor pessoa do mundo, minha vida pode não ser perfeita, posso não ter tudo o que quero, mas isso não fará a menor diferença no mundo quando eu me for. O que ficará aqui será o meu modo de encarar a vida, as minhas atitudes diante das situações e tudo, tudo que eu fui capaz de fazer para melhorar a minha vida e das pessoas que amo. Minha vida não será eterna, e se acabará de alguma maneira, não posso decidir quando, nem onde, mas posso decidir como viverei até o meu último respirar. Natália Barbosa






foto : http://destructivexmind.tumblr.com/  

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Novas Concepções.

É tempo de rever valores. De conciliação comigo e com o mundo. É tempo de buscar, não buscar a felicidade, mas, buscar os sonhos e o que é bom pra mim. É tempo de escrever minha própria história, desenhar minha própria vida com as minhas próprias decisões e com os meus próprios valores. É tempo de buscar o certo, de lapidar meus sonhos, de procurar uma forma de fazer com que a vida valha a pena. Porque hoje eu sei que a vida não é apenas sorrisos, a vida é uma tragédia onde a tristeza e alegria se confundem e a plenitude dela é conquistada apenas por poucos. Sei que devo apenas ser o meu melhor pra mim e para os outros, e ver a vida sempre da melhor maneira. E a felicidade? Ah.. ela vai chegar quando eu menos esperar. 
Natália Barbosa

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Fechar.

Hoje eu decidi fechar mais que meus olhos ao adormecer, ou a minha boca quando acho que é hora de não falar. Hoje eu decidi me fechar de verdade. Tenho medo de me magoar de novo, não quero sofrer mais uma vez. Estou trancando meu coração, minha mente, minha alma, ninguém mais entra, ninguém mais sai. Isso até o dia em que chegar alguém que realmente saiba como abrir tudo aquilo que se fechou em mim. (Natália Barbosa)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

E então eu me encontro tão decepcionada comigo, com a minha super inocência, por esperar tanto das pessoas. Ao longo do tempo percebi que o mundo não me deixa ser inocente; que as pessoas sempre irão me julgar. Mas, eu sempre quis ser o melhor para elas. Sempre quis que elas estivessem satisfeitas comigo, quis fazê-las felizes. Mas, um dia quando eu estava triste, ninguém veio me ajudar, ninguém veio me socorrer. Percebi então, que tudo o que eu fiz para apenas fazê-las felizes, e que fazer cada escolha da minha vida pensando apenas nelas, não fizeram elas me amarem mais, ou pelo menos pensarem em mim de modo diferente. O fato é que : eu posso ser como for, elas nunca, nunca mesmo, irão se importar comigo ou como me sinto, estarão mais ocupadas apenas me julgando e me criticando. Desde então, resolvi que não iria mais mudar pelos outros, ou me importar com o que dizem/pensam. Simplesmente percebi que não preciso da opinião deles para ser feliz, ter minha consciência limpa me basta.           Natália Barbosa