quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Saber, querer, escolher, dizer.
Sempre soube o que queria. Mas, nunca soube o que queria realmente. Sabia e não sabia. Talvez saiba e não queira saber. Talvez queira e não saiba dizer. O fato é que tenho que escolher, saber o que quero. Já passou-se da hora. Não posso mais não saber. Não posso mais não escolher. Mas o que querer ? O que escolher ? De onde partir ? Para onde ir ? De onde vir ? É, definitivamente não sei. Talvez amanhã eu escolha. Talvez amanhã eu saiba. Talvez amanhã eu diga. Talvez amanhã eu queira. Amanhã talvez, quem sabe. (Natália Barbosa)
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